segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Wes Craven faleceu, aos 76 anos



Triste notícia nesta noite de domingo.

Um dos maiores ícones do cinema de horror, Wes Craven faleceu aos 76 anos em decorrência de um câncer no cérebro. A informação foi confirmada pelo perfil oficial do cineasta no Twitter, que publicou o post abaixo. Natural de Cleveland, Ohio, nos Estados Unidos, Craven fez sua estreia na direção em 1972, com o terror Aniversário Macabro.

Ele viria a dominar o gênero com sucessos como Quadrilha de Sádicos, A Hora do Pesadelo e Pânico. Por sinal, dirigiu os quatro filmes da franquia Pânico e serviu de produtor consultor para a série Scream, cuja primeira temporada está em exibição nos EUA. Seu último filme do pai de Freddy Krueger e Ghostface como diretor foi Pânico 4.


Fonte oficial da matéria: Adoro cinema
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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Série animada de Elvira está sendo produzida



Elvira, cujo verdadeiro nome é Cassandra Peterson, participou da Comic-Con de Boston no início deste mês, onde ela disse aos fãs que está trabalhando em uma série animada baseada em Mistress Of The Dark, de acordo com a MassLive. Elvira disse ainda “Só porque você está sexy… você não tem que ser boba“, disse Peterson. “Você não tem que se vestir igual Margaret Thatcher para ser uma mulher forte. Desculpe, Margaret Thatcher!“

Reprodução, matéria original: Geeksaw
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domingo, 16 de agosto de 2015

Anos 2000 e a decadência do Terror


O que há de errado com os filmes de Terror da atualidade?

Primeiro quero deixar claro que apesar de ser um artigo, tudo aqui escrito reflete minha opinião no assunto, sei que muita gente não concorda e nem vai gostar do que vou escrever mas para deixar bem claro acho que continuam a existir bons filmes, mas há de se convir que não é grande maioria, como antes.

Bom, a princípio essa é uma pergunta que pode incomodar muitos dos jovens de 2010-15, já que pra quem não vem de longa data no gênero (e isso compreende pelo menos a década de 90, tirando filmes como Pânico claro) provavelmente não há nada de errado, o Terror está tão bom "quanto nunca foi" e bota desdém nisso... E estas são as mesmas pessoas que alimentam a opinião de que um filme de Terror para ser bom tem que muito suspense, e tem que impressionar, antes de qualquer outra coisa, para ser bom.

Então vamos aos pontos, para começar, em que aspectos de filmes ruins do gênero, atualmente:

- A necessidade constante de impressionar (como mencionado acima):
Vamos pegar como um exemplo dentre diversos outros, esse trailer divulgado ainda ontem referente ao filme The Green Inferno do Eli Roth, ainda para ser lançado. Este exemplo é uma prova vida de que o Horror caminha cada vez mais para um solstício cultural, até que ponto passamos a dar importância mais para o quanto um filme pode ser impressionante do que para a história em si? Agora antes de mais nada tudo que é preciso para levar quem "curte" o gênero ao cinema é prometer-lhes que o filme é um show de sustinhos, revira-voltas, coisas sinistras, e tendo adolescentes condicentes no elenco, o resto que vier é lucro, desde que não fuja de algo muito moderno. Nada contra essa tal juventude, mas as produções já tomaram nota dessa desvantagem e se aproveitam livremente para explorar, e não é de hoje isso, mas têm se tornado cada vez mais comum.

- Remakes, Reboots, Re-isso, re-aquilo, (em oturas palavras... Falta diferencial).

Isso não é novidade pra ninguém, e remakes não são um problema, não me entendam mal, o problema é um padrão de filmes mal-feitos em sua base. O remake de Evil Dead é um que divide fãs de Terror, dos novos e antigos, muitos acham um bom filme, já outros não gostam por nada. E o que posso dizer é que posto lado a lado com o filme original certas coisas nem se comparam tais como elenco, Fotografia. O Evil Dead original teve sim, sem dúvidas, um final bem mal feito em quesito de maquiagem, com aquele stop motion nada convincente, mas o fato é que conta muito mais o investimento com um roteiro criativo e um ator do cunho de Bruce Campbell, que se desdobra por uma obra, do que atores jovens, CGI, maquiagem;


E por falar em juventude, vamos a outro exemplo de remake, Poltergeist, a bomba que saiu recentemente. Esse filme é péssimo, fraco, e apela para uma historinha boba que agrada só a quem caiu de paraquedas no gênero, elenco teen em alta, piadinhas programadas, sustinhos e mais sustinhos, e efeitos visuais exagerados, tudo mais que pode ser usado para maquiar um roteiro mal escrito, foi usado. E é exatamente isso que acontece muito, a falta da consistência de um roteiro muitas vezes leva os diretores a usarem e abusarem de elementos que deveriam ser secundários dentro de um filme. No Terror, antigamente, não se via isso, muitos dos jovens de hoje podem até rir de maquiagens mal feitas e coisas consideradas "trash", mas na realidade o roteiro era prioridade, normal, como deve ser, não acham?

Mas nem tudo é remake ruim, de 2000 pra cá um que gosto sempre de citar é o Halloween do Rob Zombie, considero um bom remake, apesar de não achar a sequência muito boa.

- Mais computação gráfica, menos maquiagem, menos consistência:

Há uma tendência muito comum dentro do cinema nos dias de hoje, CGI (efeito de computação gráfica). Quando vimos algo feito como em Enigma de Outro Mundo? Eu pelo menos, nunca mais vi nada que chegasse nem perto, e isso tira toda a consistência da agonia, da bizarrice necessária e da visceralidade. E é uma infeliz tendência isso, chega a ser chato, de um extremo ao outro, na década de 80 quase nunca era usado isso, em pouquíssimos filmes na verdade, já que o custo da produção era imenso e demandava uma mão de obra maior, era um advento em desenvolvimento que na década de 90 foi tomando forma, já hoje? Qualquer um pode fazer, até em casa, não é novidade pra ninguém. O fato é que ninguém quer mais gravar um filme com todo o esforço necessário para torná-lo visceral, tudo é CGI, existem filmes feitos em cenário de computação gráfica, a maioria nos filmes de ação mas em Terror também têm sido bem aparente.

- Difusão do Terror com outros gêneros; Roteiros sem criatividade:


Já perceberam como hoje não tem muito mais do Horror por si só? É uma salada entre Suspense e Terror, meio que os dois gêneros se difundiram e hoje ninguém sabe mais a diferença, isso vem de longa data mas nunca foi tão abrangente, temos referências de grandes produções assim como World War Z, The HordeResident Evil, Anjos da NoiteJogos Mortais, Constantine, entre tantos outros filmes que cheiram a arrecadação de dinheiro sem precedentes e nem poderiam se comparar a filmes como Despertar dos Mortos do Romero, que ainda assim é Horror apesar de possuir ação.

Agora, para ser mais justo olhe a mesma comparação dessa tal "difusão" de gêneros, no cinema de antigamente (até 2000), Alien, Predador, Exterminador do Futuro 1 (sim, tem elementos de Terror), Um Drink no Inferno, O Corvo, Fim dos Dias. Perceberam a modernização em comparação com os outros nomeados? Bom, eu percebi.

Acho que muitos diretores até tem consciência disso mas o que importa para os mesmo é o cinema cheio de espectadores e bilheteria vendida. O problema é que 75% dos filmes de Terror estão seguindo nessa base, de filmes feitos em cima de coisas que estão atualmente na moda ou são "retrô" para um público bobo, nada contra, tampouco a favor, felizmente ainda temos os 25% que inovem em algo, como Planeta Terror, por um bom exemplo.

De bons filmes antigos existem diversos que poderiam ser citados como clássicos, algumas franquias e várias sequências de filmes. A própria trilogia original A Morte do Demônio por exemplo, nestes filmes (embora partam de climas diferentes em cada) o contexto do enredo era o que acontecia vinha em primeiro lugar na história, pode-se dizer que havia uma certa necessidade de impressionar mas não é nada extravagante como se vê hoje, faziam-se coisas mas sempre com o intuito de tornar a história como um todo mais bem feita e elaborada, hoje peca em se tornar um elemento a parte em filmes, usado tanto quanto efeitos especiais de computação para levar pessoas ao cinema pela "aventura" passageira, vendo um filme que elas logo esquecem, descartável.

- Um gênero sem coragem, batido, e que vai mal das pernas:

O Dia da Besta (El dia de la Bestia), Enigma de Outro mundo (The Thing), O Massacre da Serra Elétrica (Texas Chain saw Massacre), Prefácio da Morte (I, Madman), O Soro do Mal (Brain Damage), Livro Proibido dos Mortos (Necronomicon), Fatasma (Phantasm), todos estes são exemplos de títulos totalmente aleatórios nos quais pudi pensar agorinha de alguns filmes que gosto e considero extremamente criativos, e lista poderia ir longe... Já eu não conseguiria fazer o mesmo com filmes modernos, se puder citar 5 filmes legais de 2010 pra cá e muita coisa.

Dá pra notar a mudança até nos títulos originais de filmes do passado, para os atuais? É ultrajante a diferença, na verdade grande parte do que é feito hoje de sucesso só surge em cima de coisas antigas para arrecadar bilheteria e logo desaparece, montados em cima dos merecidamente chamados de clássicos por terem um respeito inominável e um público abrangente, e por não serem obras passageiras de segunda mão. Dos poucos que ainda usam tentar de alguma criatividade para algo original, criativo e bem produzido em sua essência, a grande maioria se destaca e permanecem como filmes dignos, como é o caso de Babadook. Filmes "descartáveis" sempre existiram e sempre existirão mas a pergunta é até que ponto eles servem para sustentar gêneros, como temos visto.

Em 15 anos o gênero nunca esteve tão mal das pernas.

Vocês concordam com o que foi dito? Deixo alguns vídeos que esclarecem ainda melhor a minha opinião sobre o que vem sendo feito dentro do cinema antes chamado "horripilante".

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Cenas inéditas do novo Phantasm, com legendas



Foi divulgado novo trailer do Phantasm Ravager. Ainda, pouco se sabe sobre este novo filme, nem mesmo uma sinopse oficial foi divulgada, segundo a própria produção o filme vem sendo rodado em segredo há mais de 1 ano. Um trailer já foi divulgado anteriormente, mas sem muitos detalhes também sobre a história, agora com este novo trailer estendido podemos ver algo que deve ser abordado neste novo filme, realidades paralelas, com a teoria da membrana, um bom tema para se explorar mas tem que ter cuidado pra não cair em algo tão complexo que fique chato.

Já sobre as produções do filme podemos ver que não tem mais todo aquele cuidado de antes, e infelizmente até alguns efeitos de computação (CGI), quanto a maquiagem que antes era melhor explorada, apesar desse ter outros padrões. E mesmo com o aparente baixo orçamento na produção ainda pode ser uma sequência interessante.

É uma sequencia estranha se for por do lado das outras, estranha por vermos os atores tão velhos, e chama atenção também pelo CGI, como mencionado, dois fatores que também não precisam ser algo ruim, não necessariamente. Tudo isso vem com uma nova direção, não tem como não ter um pé atrás já que Coscarelli agora é o copiloto de um Phantasm.

Segue o trailer com legenda para quem quiser conferir:



[Atualização: 13/08/2015]

Um breve aviso: O trailer que postamos mais cedo do Phantasm: Ravager foi na realidade um trailer não oficial que vazou das produções do filme, eu não sabia. Isso explica o motivo dele não ter sido divulgado oficialmente, ao que tudo indica era uma trailer ainda em fase de edição, que surgiu não se sabe de onde ainda. Bom, nós disponibilizamos e permanecerá no ar, mas por tempo indeterminado, no caso de sermos contatados pela produção ou distribuidora do filme teremos de retirar do ar.

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